#146: Um estudo em vermelho - Sir Arthur Conan Doyle

, em quarta-feira, 10 de abril de 2013 ,

Editora: Martin Claret
Páginas: 124
Ano: 2005

Sinopse (Skoob):
O cadáver de um homem, nenhuma razão para o crime. É a primeira investigação de Sherlock Holmes, que fareja o assassino como um “cão de caça”. Lamentava-se de que “não há mais crimes nem criminosos nos nossos dias”, quando, nesse instante, recebe uma carta a pedir a sua ajuda — o cadáver de um homem foi encontrado numa casa desabitada, mas não há qualquer indício de roubo ou da natureza da morte. Sherlock Holmes não resiste ao apelo, mas sabe que o mérito irá sempre para a Polícia.

Um Estudo em Vermelho (1887), de Arthur Conan Doyle (1859- 1930), é a estreia de Holmes. A história foi editada pela primeira vez na revista Beeton’s Christmas Annual e logo fascinou inúmeros leitores, para quem o endereço do detetive — 221B Baker Street, Londres — se tornou uma das ruas mais famosas da literatura. As deduções do investigador são narradas pelo seu amigo, o Doutor John Watson, uma espécie de Sancho Pança de Holmes. 


Livro que cumpriu o item 8 do DRD/13: ler um livro que foi lançado no ano do seu nascimento.
Achar uma obra para cumprir esse item foi meio complicado. Tive que recorrer à wikipedia para acessar uma lista de livros lançados em 1988 (não tenho problemas de assumir minha idade u.u), daí vi um livro do Irving Wallace e lembrei que minha mãe tem livros dele, daí fui na estante dela, mas tinha dois outros; então vi um do Sidney Sheldon e “opa! Minha mãe tem muitos livros dele!”, esse ela também não tinha. ¬¬ Até que vi o livro do Sir Arthur e fui procurar no quarto dos meus pais as edições de bolso e achei! \o/ Esse livro está até sendo lido pelo meu pai, mas eu peguei e li rapidinho. rs
Eu nem estava pensando em ler ele agora, mas estava me atualizando em Elementary (série do Sherlock Holmes com a Joan Watson que me diverte) e resolvi ler e conhecer o Sherlock original.

Em Um estudo em vermelho, os leitores são apresentados ao Dr. John H. Watson, médico ainda jovem do exército de Sua Majestade, dispensado do serviço por ter tido a saúde abalada depois de ser baleado. Watson este em Londres e busca um lugar bom e barato para morar, então encontra um colega da universidade que o leva a travar conhecimento com o Sr. Sherlock Holmes, que procura alguém para dividir o pagamento de um apartamento em Baker Street.
O que Watson percebe logo de início é que Holmes tem o raciocínio rápido e é uma espécie de cientista. Depois ele fica sabendo que Sherlock é um detetive de consultas, quer dizer, a Scotland Yard o procura quando quer uma opinião de fora sobre determinados casos.
É assim que ambos se envolvem na investigação de um assassinato aparentemente estranho, em que há sangue na cena do crime, mas o morto não mostra ferimentos. Aí Watson acompanha o processo dedutivo empregado pro Holmes para resolver crimes.

Sherlock Holmes é realmente um personagem carismático e divertido, assim como Watson é o melhor amigo do qual ele precisava, pois não crê tanto nas deduções e questiona o detetive, além de ter conhecimentos médicos que podem vir a ajudar em outros casos.
A história é narrada por Watson em seu diário, o que dá uma visão externa de Holmes, mas não onisciente ou desconectada do personagem. Assim, os leitores descobrem os mistérios junto de Watson.
Bem... Eu gostei bastante da leitura, apesar de não ser o melhor livro investigativo que já li, pois tem um trecho que eu demorei a entender o que estava sendo contado e que deixou a história um pouco lenta.
Leiam, afinal as aventuras de Sherlock Holmes não são consideradas clássicos a toa.


Nota: 4/5.

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